23/11 - Sociologia/Filosofia
24/11 - Matemática
25/11 - Língua Portuguesa
26/11 - Geografia
27/11 - Língua Estrangeira
30/11 - História
01/12 - Biologia
02/12 - Provão dp SAERJ
03/12 - Química
04/12 - Física
07/12 - Literatura
2ª Chamada: será marcada pelo professor de cada disciplina.
OBS.: Devido ao adiamento do Prvão do SAERJ, a 2ª chamada de Geografia será antecipada para o dia 30/11/2009 (segunda-feira).
Período de recuperação: 02/12 a 11/12.
sábado, 14 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Governo anuncia queda de 45% no desmatamento da Amazônia

Publicada em 12/11/2009 às 18h53mAgência Brasil; O Globo
BRASÍLIA E RIO - O desmatamento na Amazônia este ano foi o mais baixo desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a monitorar a região amazônica, em 1988, informou o governo federal nesta quinta-feira.
Entre agosto de 2008 e julho de 2009 foram desmatados 7.008 km2 de floresta, de acordo com os dados do projeto de monitoramento por satélite do Inpe (Prodes). Isso significa uma redução de 45% com relação ao período anterior (agosto de 2007 a julho de 2008), quando o desmatamento atingiu 12.900 km².
Esta também foi a primeira vez em 21 anos que a área derrubada ficou abaixo dos 9 mil km². Ainda assim, a região devastada naqueles 12 meses é maior que a do Distrito Federal. O menor índice registrado até agora era o de 1991, quando os satélites identificaram 11,03 km². O número superou as expectativas do governo - que previa 9 mil km² - e foi divulgado nesta quinta-feira pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara, em solenidade com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, do ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, e de governadores da região.
- É uma queda substancial. De longe a menor [taxa] desde que o Inpe começou a observação - afirmou durante apresentação dos dados.
Em seu discurso, Dilma ressaltou o pacto entre o governo federal, estados e municípios na operação Arco Verde, de combate ao desmatamento. Para Dilma, "os números são impactantes". Ela destacou que os dados divulgados são importantes para serem apresentados pelo Brasil na reunião da cúpula sobre mudanças climáticas em Copenhague.
" O governo vem fazendo seu dever de casa "
Além de prestar contas e comemorar, a ministra disse que agora também é momento de planejar novas ações. O desafio, segundo ela, será manter o ritmo de trabalho para reduzir o desmatamento, e também viabilizar a agenda de trabalho com ações nos 44 municípios que integram a operação Arco Verde.
Pará é o estado que mais desmatou
O Inpe registrou queda em quase todos os estados da Amazônia. Em Mato Grosso e no Pará, tradicionalmente líderes dos rankings de desmatamento mensais, a queda foi de 65% e 35%, respectivamente. Em Rondônia, a queda foi de 55%.
Apesar da redução, o Pará foi o estado que mais desmatou no período, com 3.680 km², seguido por Mato Grosso, com 1.047 km² , e Amazonas, com 980 km² a menos de florestas.
De acordo com o Inpe, a margem de erro da estimativa anual de desmatamento é de 10%, ou seja, pode resultar em uma variação de 700 km² para ou mais ou para menos quando os dados forem consolidados.
A pedido do Ministério da Ciência e Tecnologia, ao qual o Inpe é vinculado, os dados do desmatamento foram apressados para que o país leve essa carta na manga a Copenhague, onde haverá reunião de cúpula para discutir ações contra o aquecimento do planeta. O que foi apresentado nesta quinta é uma estimativa dos dados de 2009. Os números consolidados só ficarão prontos no início do ano que vem. Evento reforça estratégia de aproximar Dilma da pauta ambiental
Embora não seja a primeira vez que Dilma, pré-candidata à Presidência da República, participa de um anúncio sobre dados do desmatamento, o evento reforça a estratégia do governo de aproximá-la da pauta ambiental do país.
A ex-ministra Marina Silva também é pré-candidata à sucessão presidencial. Em 2007, ao lado de Marina, que ainda comandava o Ministério do Meio Ambiente, Dilma participou do anúncio oficial de que a destruição da floresta tinha caído 25,3%, no período entre agosto de 2005 e julho de 2006.
Fonte: http://busca2.globo.com/Busca/oglobo/?query=Governo%20anuncia%20queda%20de%20no%20desmatamento%20da%20Amazônia
BRASÍLIA E RIO - O desmatamento na Amazônia este ano foi o mais baixo desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a monitorar a região amazônica, em 1988, informou o governo federal nesta quinta-feira.
Entre agosto de 2008 e julho de 2009 foram desmatados 7.008 km2 de floresta, de acordo com os dados do projeto de monitoramento por satélite do Inpe (Prodes). Isso significa uma redução de 45% com relação ao período anterior (agosto de 2007 a julho de 2008), quando o desmatamento atingiu 12.900 km².
Esta também foi a primeira vez em 21 anos que a área derrubada ficou abaixo dos 9 mil km². Ainda assim, a região devastada naqueles 12 meses é maior que a do Distrito Federal. O menor índice registrado até agora era o de 1991, quando os satélites identificaram 11,03 km². O número superou as expectativas do governo - que previa 9 mil km² - e foi divulgado nesta quinta-feira pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara, em solenidade com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, do ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, e de governadores da região.
- É uma queda substancial. De longe a menor [taxa] desde que o Inpe começou a observação - afirmou durante apresentação dos dados.
Em seu discurso, Dilma ressaltou o pacto entre o governo federal, estados e municípios na operação Arco Verde, de combate ao desmatamento. Para Dilma, "os números são impactantes". Ela destacou que os dados divulgados são importantes para serem apresentados pelo Brasil na reunião da cúpula sobre mudanças climáticas em Copenhague.
" O governo vem fazendo seu dever de casa "
Além de prestar contas e comemorar, a ministra disse que agora também é momento de planejar novas ações. O desafio, segundo ela, será manter o ritmo de trabalho para reduzir o desmatamento, e também viabilizar a agenda de trabalho com ações nos 44 municípios que integram a operação Arco Verde.
Pará é o estado que mais desmatou
O Inpe registrou queda em quase todos os estados da Amazônia. Em Mato Grosso e no Pará, tradicionalmente líderes dos rankings de desmatamento mensais, a queda foi de 65% e 35%, respectivamente. Em Rondônia, a queda foi de 55%.
Apesar da redução, o Pará foi o estado que mais desmatou no período, com 3.680 km², seguido por Mato Grosso, com 1.047 km² , e Amazonas, com 980 km² a menos de florestas.
De acordo com o Inpe, a margem de erro da estimativa anual de desmatamento é de 10%, ou seja, pode resultar em uma variação de 700 km² para ou mais ou para menos quando os dados forem consolidados.
A pedido do Ministério da Ciência e Tecnologia, ao qual o Inpe é vinculado, os dados do desmatamento foram apressados para que o país leve essa carta na manga a Copenhague, onde haverá reunião de cúpula para discutir ações contra o aquecimento do planeta. O que foi apresentado nesta quinta é uma estimativa dos dados de 2009. Os números consolidados só ficarão prontos no início do ano que vem. Evento reforça estratégia de aproximar Dilma da pauta ambiental
Embora não seja a primeira vez que Dilma, pré-candidata à Presidência da República, participa de um anúncio sobre dados do desmatamento, o evento reforça a estratégia do governo de aproximá-la da pauta ambiental do país.
A ex-ministra Marina Silva também é pré-candidata à sucessão presidencial. Em 2007, ao lado de Marina, que ainda comandava o Ministério do Meio Ambiente, Dilma participou do anúncio oficial de que a destruição da floresta tinha caído 25,3%, no período entre agosto de 2005 e julho de 2006.
Fonte: http://busca2.globo.com/Busca/oglobo/?query=Governo%20anuncia%20queda%20de%20no%20desmatamento%20da%20Amazônia
'Carbono Neutro’ é lançado pela PF com apoio da prefeitura
Por: Michelle MayrinkFoto: Check
Com a participação dos alunos da Escola Estadual Dom Otaviano de Albuquerque, de Ururaí, o secretário de Meio Ambiente, Paulo Feijó, e o delegado da Polícia Federal, Paulo Cassiano Júnior, plantaram a primeira árvore do projeto "Carbono Neutro", da PF, com o apoio da Prefeitura de Campos, através da secretaria. O lançamento ocorreu nesta quinta-feira (12), às margens do Rio Ururaí, na localidade de Olinda, no trecho de acesso ao Morro do Itaoca.
Foram plantadas 600 mudas de árvores por estudantes, equipe da secretaria de Meio Ambiente e representantes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e da Usina do Cupim, também parceiros do projeto. O secretário Paulo Feijó lembrou que no local está sendo desenvolvido em parceria com a secretaria um projeto de recuperação da faixa marginal de proteção e recuperação da vegetação ciliar, proporcionando a melhoria na qualidade do ar. "Por isso, escolhemos este local para o plantio das mudas deste projeto", afirmou, explicando que o objetivo é neutralizar a emissão de carbono da frota da PF.
Feijó aproveitou para anunciar que em breve irá efetuar o lançamento do "Prefeitura Carbono Zero - Campos, cidade consciente", visando a redução a zero no balanço da emissão de carbono, através da medição da emissão pelos veículos a serviço da prefeitura, e a consequente confecção de mudas de árvores nativas, nos ambientes naturais, e floríferas e frutíferas, nos ambientes urbanos.
- Com este nosso projeto, também objetivamos a conscientização dos servidores públicos bem como da população usuária dos serviços prestados pela municipalidade sobre a finitude dos recursos ambientais, na necessidade de adoção de comportamentos ambientalmente mais amigáveis, com a contínua redução dos padrões de poluição e adoção de mecanismos de compensação ambiental - finaliza o secretário.
http://www.campos.rj.gov.br/noticia.php?id=21691
Com a participação dos alunos da Escola Estadual Dom Otaviano de Albuquerque, de Ururaí, o secretário de Meio Ambiente, Paulo Feijó, e o delegado da Polícia Federal, Paulo Cassiano Júnior, plantaram a primeira árvore do projeto "Carbono Neutro", da PF, com o apoio da Prefeitura de Campos, através da secretaria. O lançamento ocorreu nesta quinta-feira (12), às margens do Rio Ururaí, na localidade de Olinda, no trecho de acesso ao Morro do Itaoca.
Foram plantadas 600 mudas de árvores por estudantes, equipe da secretaria de Meio Ambiente e representantes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e da Usina do Cupim, também parceiros do projeto. O secretário Paulo Feijó lembrou que no local está sendo desenvolvido em parceria com a secretaria um projeto de recuperação da faixa marginal de proteção e recuperação da vegetação ciliar, proporcionando a melhoria na qualidade do ar. "Por isso, escolhemos este local para o plantio das mudas deste projeto", afirmou, explicando que o objetivo é neutralizar a emissão de carbono da frota da PF.
Feijó aproveitou para anunciar que em breve irá efetuar o lançamento do "Prefeitura Carbono Zero - Campos, cidade consciente", visando a redução a zero no balanço da emissão de carbono, através da medição da emissão pelos veículos a serviço da prefeitura, e a consequente confecção de mudas de árvores nativas, nos ambientes naturais, e floríferas e frutíferas, nos ambientes urbanos.
- Com este nosso projeto, também objetivamos a conscientização dos servidores públicos bem como da população usuária dos serviços prestados pela municipalidade sobre a finitude dos recursos ambientais, na necessidade de adoção de comportamentos ambientalmente mais amigáveis, com a contínua redução dos padrões de poluição e adoção de mecanismos de compensação ambiental - finaliza o secretário.
http://www.campos.rj.gov.br/noticia.php?id=21691
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Iceberg antártico é localizado próximo de ilha australiana
Qui, 12 Nov, 04h51
Sydney - Austrália (EFE) - Um grupo de cientistas australianos anunciou hoje o descobrimento de um iceberg de 500 metros de comprimento a cerca de oito quilômetros da ilha de Macquarie, situada entre a Austrália e a Antártida.
O investigador da Divisão Australiana da Antártida Neal Young afirmou que outros iceberg foram levados em direção ao norte pelas correntes oceânicas, mas nunca tinham se aproximado tanto à ilha, onde as águas são mais quentes.
Young indicou que o bloco de gelo, de cerca de 50 metros de altura, faz parte provavelmente de outros icebergs maiores que se desprenderam da crosta antártica entre 2000 e 2002.
O iceberg foi localizado parte setentrional da ilha, localizada a cerca de 1.500 quilômetros ao sul da região australiana da Tasmânia.
Os cientistas opinam que a massa de gelo se romperá e se derreterá rapidamente em sua ascensão em direção ao norte.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/12112009/40/saude-cientistas-localizam-iceberg-antartico-proximo.html
Sydney - Austrália (EFE) - Um grupo de cientistas australianos anunciou hoje o descobrimento de um iceberg de 500 metros de comprimento a cerca de oito quilômetros da ilha de Macquarie, situada entre a Austrália e a Antártida.
O investigador da Divisão Australiana da Antártida Neal Young afirmou que outros iceberg foram levados em direção ao norte pelas correntes oceânicas, mas nunca tinham se aproximado tanto à ilha, onde as águas são mais quentes.
Young indicou que o bloco de gelo, de cerca de 50 metros de altura, faz parte provavelmente de outros icebergs maiores que se desprenderam da crosta antártica entre 2000 e 2002.
O iceberg foi localizado parte setentrional da ilha, localizada a cerca de 1.500 quilômetros ao sul da região australiana da Tasmânia.
Os cientistas opinam que a massa de gelo se romperá e se derreterá rapidamente em sua ascensão em direção ao norte.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/12112009/40/saude-cientistas-localizam-iceberg-antartico-proximo.html
África sonha com 'grande muralha verde' para frear avanço do Saara
LAGBAR, Senegal (AFP) - Uma "grande muralha verde", que se estenderia do Senegal até o Djibuti para frear o avanço do Saara, é o grande sonho da África, que deseja impusionar o projeto - parado há quatro anos - durante a conferência mundial do clima em dezembro, em Copenhague.
"A África não irá com as mãos vazias para a cúpula de Copenhague. O projeto da 'Grande Muralha Verde' será apresentado pelo presidente Abdulaye Wade", informou o ministro senegalês de Meio Ambiente, Djibo Ka.
O projeto, no entanto, enfrenta seu maior obstáculo que é o financiamento.
A ideia de criar uma barreira de vegetação e bacias de retenção para acumular a água da chuva de 7.000 km de extensão e 15 km de largura foi lançada pelo ex-presidente nigeriano Olusegun Obasanjo em 2005 e posteriormente retomada por seu colega senegalês.
Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), as florestas da zona saariana desaparecem num ritmo precupante de dois milhões de hectares por ano.
O aquecimento do planeta só acentuará o fenômeno, levando, além disso, a importantes migrações de populações em países já pobres e instáveis.
Dos 11 países associados ao ambicioso projeto, o Senegal é o mais ativo, apesar de suas realizações serem modestas, pois apenas 10 km de "muralha verde" foram plantadas nos últimos dois anos, como reconheceu o ministro do Meio Ambiente.
"Plantamos espécies locais, como acácias, que se adaptam bem e produzem goma arábica, que é fonte de recursos para os habitantes da zona", enfatizou o coronel Matar Cissé, diretor da Agência Nacional da Grande Muralha Verde.
"O principal desafio é proteger as plantações para o gado; fazem falta barreiras, e também dispositivos corta-fogo na previsão de incêndios", acrescentou.
No entanto, esse projeto idêntico ao da "grande muralha verde" chinesa, não conta com uma acolhida unânime, nem mesmo no Senegal.
"Não creio neste projeto. Não há vontade política porque se está desmatando por todas as partes. Não existe a preocupação com um reflorestamento", assegurou o ecologista Haidar El Hali, membro da principal associaçao de proteção do meio ambiente do Senegal, a Oceanium.
Sem fazer grandes alardes na mídia, a Oceanium realizou nos últimos três meses uma inédita plantação de mangues em 5.000 hectares com o apoio financeiro do grupo francês Danone, que, desta forma, quer compensar as emissões de dióxido de carbono (CO2) de uma de suas filiais em solo francês.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/091112/saude/senegal_africa_saara_clima_onu
"A África não irá com as mãos vazias para a cúpula de Copenhague. O projeto da 'Grande Muralha Verde' será apresentado pelo presidente Abdulaye Wade", informou o ministro senegalês de Meio Ambiente, Djibo Ka.
O projeto, no entanto, enfrenta seu maior obstáculo que é o financiamento.
A ideia de criar uma barreira de vegetação e bacias de retenção para acumular a água da chuva de 7.000 km de extensão e 15 km de largura foi lançada pelo ex-presidente nigeriano Olusegun Obasanjo em 2005 e posteriormente retomada por seu colega senegalês.
Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), as florestas da zona saariana desaparecem num ritmo precupante de dois milhões de hectares por ano.
O aquecimento do planeta só acentuará o fenômeno, levando, além disso, a importantes migrações de populações em países já pobres e instáveis.
Dos 11 países associados ao ambicioso projeto, o Senegal é o mais ativo, apesar de suas realizações serem modestas, pois apenas 10 km de "muralha verde" foram plantadas nos últimos dois anos, como reconheceu o ministro do Meio Ambiente.
"Plantamos espécies locais, como acácias, que se adaptam bem e produzem goma arábica, que é fonte de recursos para os habitantes da zona", enfatizou o coronel Matar Cissé, diretor da Agência Nacional da Grande Muralha Verde.
"O principal desafio é proteger as plantações para o gado; fazem falta barreiras, e também dispositivos corta-fogo na previsão de incêndios", acrescentou.
No entanto, esse projeto idêntico ao da "grande muralha verde" chinesa, não conta com uma acolhida unânime, nem mesmo no Senegal.
"Não creio neste projeto. Não há vontade política porque se está desmatando por todas as partes. Não existe a preocupação com um reflorestamento", assegurou o ecologista Haidar El Hali, membro da principal associaçao de proteção do meio ambiente do Senegal, a Oceanium.
Sem fazer grandes alardes na mídia, a Oceanium realizou nos últimos três meses uma inédita plantação de mangues em 5.000 hectares com o apoio financeiro do grupo francês Danone, que, desta forma, quer compensar as emissões de dióxido de carbono (CO2) de uma de suas filiais em solo francês.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/091112/saude/senegal_africa_saara_clima_onu
Grandes cidades asiáticas são muito vulnerávies às mudanças climáticas: WWF
CIDADE DE CINGAPURA, Cingapura (AFP) - Cidades costeiras da Ásia como Daca, Manila e Jacarta são vulneráveis a desastres naturais ainda mais brutais que os que sofrem atualmente se não forem tomadas medidas para frear o aquecimento planetário, advertiu nesta quinta-feira o Fundo Monetário Mundial para a Natureza (WWF).
O consumo energético e as emissões de gases de efeito estufa devem ser reduzidos nas grandes cidades, onde a mudança climática terá um impacto em todas as áreas, da segurança até o fornecimento de água, assinalou a influente organização defensora do meio ambiente.
Segundo um "ranking de vulnerabilidade" da WWF que vai de um a 10, a capital de Bangladesh, Daca, é a pior situada ao obter nove pontos, seguida por Manila e Jacarta, com oito pontos cada.
Calcutá e Phnom Penh (capital do Camboja) obtiveram sete pontos, Ho Chi Minh (ex-Saigon) e Xangai, seis, Bangcoc cinco e Kuala Lumpur, Hong Kong e Cidade de Cingapura, quatro.
O informe da WWF foi divulgado às vésperas da cúpula de líderes do Foro de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), que será realizada neste fim de semana em Cingapura, com a presença dos presidentes americano Barack Obama e chinês Hu Jintao, cujos países são os dois maiores emissores mundiais de gases de efeito estufa.
A cúpula da Apec acontece três semanas antes da crucial conferência internacional de Copenhague de luta contra a mudança climática, que será inaugurada em 7 de dezembro na capital dinamarquesa e que buscará um acordo mundial apra suceder o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.
O relatório da WWF afirma que, inclusive, as capitais asiáticas mais desenvolvidas como Xangai, Hong Kong e Cidade de Cingapura enfrentam riscos pelos efeitos do aquecimento planetário, como o crescimento do nível dos oceanos, chuvas excessivas, inundações e ondas de calor.
"A mudança climática já está afetando cidades na Ásia e seu efeito será ainda mais brutal no futuro", afirmou uma da chefes da WWF para a mudança climática, Kim Carstensen.
Em sua declaração final após a cúpula, os líderes da Apec deverão declarar seu firme apoio à conclusão de um acordo mundial para frear a mudança climática na Conferência de Copenhague.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/091112/saude/apec_c__pula_meio_ambiente
O consumo energético e as emissões de gases de efeito estufa devem ser reduzidos nas grandes cidades, onde a mudança climática terá um impacto em todas as áreas, da segurança até o fornecimento de água, assinalou a influente organização defensora do meio ambiente.
Segundo um "ranking de vulnerabilidade" da WWF que vai de um a 10, a capital de Bangladesh, Daca, é a pior situada ao obter nove pontos, seguida por Manila e Jacarta, com oito pontos cada.
Calcutá e Phnom Penh (capital do Camboja) obtiveram sete pontos, Ho Chi Minh (ex-Saigon) e Xangai, seis, Bangcoc cinco e Kuala Lumpur, Hong Kong e Cidade de Cingapura, quatro.
O informe da WWF foi divulgado às vésperas da cúpula de líderes do Foro de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), que será realizada neste fim de semana em Cingapura, com a presença dos presidentes americano Barack Obama e chinês Hu Jintao, cujos países são os dois maiores emissores mundiais de gases de efeito estufa.
A cúpula da Apec acontece três semanas antes da crucial conferência internacional de Copenhague de luta contra a mudança climática, que será inaugurada em 7 de dezembro na capital dinamarquesa e que buscará um acordo mundial apra suceder o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.
O relatório da WWF afirma que, inclusive, as capitais asiáticas mais desenvolvidas como Xangai, Hong Kong e Cidade de Cingapura enfrentam riscos pelos efeitos do aquecimento planetário, como o crescimento do nível dos oceanos, chuvas excessivas, inundações e ondas de calor.
"A mudança climática já está afetando cidades na Ásia e seu efeito será ainda mais brutal no futuro", afirmou uma da chefes da WWF para a mudança climática, Kim Carstensen.
Em sua declaração final após a cúpula, os líderes da Apec deverão declarar seu firme apoio à conclusão de um acordo mundial para frear a mudança climática na Conferência de Copenhague.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/091112/saude/apec_c__pula_meio_ambiente
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Demanda mundial por energia será 40% maior em 2030
Paris, 10 nov (EFE).- A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou hoje que a demanda mundial por energia aumentará em 40% em 2030 e que, por isso, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Copenhague em dezembro, será um "momento crucial" para planejar um futuro sustentável.
O diretor da AIE, Nobuo Tanaka, aponta, no relatório anual do organismo apresentado hoje, que os líderes mundiais têm uma "oportunidade histórica de evitar os piores efeitos da mudança climática" e afirma que a "a eficiência energética é a maior contribuição" para a redução da demanda desejada pela AIE.
Segundo o documento, em 2030, o preço do barril de petróleo chegará aos US$ 115, após ter alcançado os US$ 100 em 2020, de acordo com as previsões.
Já em 2009, a queda da atividade econômica resultará em uma estabilização do preço do petróleo em torno dos US$ 60 por barril, frente ao preço médio de US$ 97 do ano passado, segundo a AIE.
De acordo com as estimativas da agência, o ritmo de crescimento da demanda mundial por petróleo será de 1%, o que significa passar de 85 milhões de barris diários (mbd) consumidos em 2008 para uma demanda de 105 mbd em 2030.
A agência também prevê que os combustíveis fósseis constituirão três quartos da futura demanda energética e que 90% dela virá de países não membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Dentro dos países em vias de desenvolvimento, China e Índia seguirão liderando o aumento das necessidades energéticas, com uma demanda futura que alcançará os 50%.
A China, em particular, superará os Estados Unidos, maior consumidor do mundo, e se transformará no país com maior demanda por petróleo e gás importado em 2025, segundo as previsões da AIE.
A chamada "pobreza energética" é outro desafio refletido no relatório, que aponta a existência de cerca de 1,5 bilhão de pessoas sem eletricidade, número que pode cair para 1,3 bilhão em 2030.
O estudo diz que um "acesso universal poderia ser conseguido com um investimento de 35 bilhões de euros anuais".
A AIE assegura que "conter a mudança climática é possível", mas que requereria "uma profunda transformação no setor" energético.
Para isso, seria necessário "um agressivo plano de ação para limitar a concentração de gases de efeito estufa no longo prazo", que permita manter o aumento da temperatura em 2 graus Celsius e não nos 6 graus previstos se o consumo da energia for mantido no nível atual, aponta a AIE.
Os planos solicitados pela agência passam por manter o volume de carbono na atmosfera em 450 partículas por milhão, o que a AIE chama de "cenário 450".
Este cenário requer que o pico energético global seja alcançado em 2020, que dará início em seguida a uma queda no consumo, que se situará em 26,4 gigatons em 2030, abaixo dos 28,8 gigatons registrados em 2007.
A AIE ressalta o importante papel desempenhado pelas tecnologias "baixas em carbono" e espera que para 2030, 37% da eletricidade mundial provenha de energias renováveis; que 18% corresponda à produção nuclear; e que o carbono represente apenas 5%.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/10112009/40/economia-aie-alerta-demanda-mundial-energia.html
O diretor da AIE, Nobuo Tanaka, aponta, no relatório anual do organismo apresentado hoje, que os líderes mundiais têm uma "oportunidade histórica de evitar os piores efeitos da mudança climática" e afirma que a "a eficiência energética é a maior contribuição" para a redução da demanda desejada pela AIE.
Segundo o documento, em 2030, o preço do barril de petróleo chegará aos US$ 115, após ter alcançado os US$ 100 em 2020, de acordo com as previsões.
Já em 2009, a queda da atividade econômica resultará em uma estabilização do preço do petróleo em torno dos US$ 60 por barril, frente ao preço médio de US$ 97 do ano passado, segundo a AIE.
De acordo com as estimativas da agência, o ritmo de crescimento da demanda mundial por petróleo será de 1%, o que significa passar de 85 milhões de barris diários (mbd) consumidos em 2008 para uma demanda de 105 mbd em 2030.
A agência também prevê que os combustíveis fósseis constituirão três quartos da futura demanda energética e que 90% dela virá de países não membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Dentro dos países em vias de desenvolvimento, China e Índia seguirão liderando o aumento das necessidades energéticas, com uma demanda futura que alcançará os 50%.
A China, em particular, superará os Estados Unidos, maior consumidor do mundo, e se transformará no país com maior demanda por petróleo e gás importado em 2025, segundo as previsões da AIE.
A chamada "pobreza energética" é outro desafio refletido no relatório, que aponta a existência de cerca de 1,5 bilhão de pessoas sem eletricidade, número que pode cair para 1,3 bilhão em 2030.
O estudo diz que um "acesso universal poderia ser conseguido com um investimento de 35 bilhões de euros anuais".
A AIE assegura que "conter a mudança climática é possível", mas que requereria "uma profunda transformação no setor" energético.
Para isso, seria necessário "um agressivo plano de ação para limitar a concentração de gases de efeito estufa no longo prazo", que permita manter o aumento da temperatura em 2 graus Celsius e não nos 6 graus previstos se o consumo da energia for mantido no nível atual, aponta a AIE.
Os planos solicitados pela agência passam por manter o volume de carbono na atmosfera em 450 partículas por milhão, o que a AIE chama de "cenário 450".
Este cenário requer que o pico energético global seja alcançado em 2020, que dará início em seguida a uma queda no consumo, que se situará em 26,4 gigatons em 2030, abaixo dos 28,8 gigatons registrados em 2007.
A AIE ressalta o importante papel desempenhado pelas tecnologias "baixas em carbono" e espera que para 2030, 37% da eletricidade mundial provenha de energias renováveis; que 18% corresponda à produção nuclear; e que o carbono represente apenas 5%.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/10112009/40/economia-aie-alerta-demanda-mundial-energia.html
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
RESPOSTA AO GREENPEACE
Lula diz que Brasil não pode assumir meta de desmatamento zero
ESTOCOLMO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira na Suécia, durante cúpula Brasil-União Europeia, que o Brasil não pode assumir uma meta de desmatamento zero.
- Nem que fosse careca o Brasil pode assumir uma meta de desmatamento zero, porque sempre vai haver alguém que vai cortar alguma coisa (sic). O que o Brasil está fazendo é algo muito revolucionário e muito forte - disse Lula, em resposta a uma reivindicação feita pela ONG Greenpeace, que realizou um protesto em frente ao local da cúpula. ( Ouça o que disse o presidente Lula )
O presidente defendeu os níveis de desmatamento do Brasil, ao afirmar que neste ano o país vai alcançar o menor nível dos últimos 20 anos. O país, segundo Lula, assumiu também um compromisso de, até 2017, reduzir em 70 % o desmate e, até 2020, cortar em 80%. As metas constam do Plano Nacional sobre a Mudança do Clima enviado ao Congresso. Leia também: Início do debate sobre código florestal é adiado de novo.
"Nem que fosse careca o Brasil pode assumir uma meta de desmatamento zero"
- É uma meta que vai precisar do esforço incomensurável da sociedade brasileira - reconheceu.
Ao lado de Lula, o presidente da Comissão Europeia, João Manuel Durão Barroso, defendeu as metas do governo brasileiro.
- Em teoria, pode sempre haver mais ambição, também na Europa podemos sempre ter mais ambição, mas parece-nos que é uma meta ambiciosa - disse Barroso.
Para ele, outros países da área tropical, com grandes zonas de floresta, deveriam fazer esforço comparável ao do Brasil.
- O Brasil adotou um plano muito ambicioso em termos de desmatamento, que pode ser exemplo para outros países do mundo que também têm florestas tropicais - disse Barroso.
Tanto o presidente Lula quanto o presidente da Comissão Europeia se disseram favoráveis a que os países assumam de forma transparente sua participação na redução de emissão de gases causadores do efeito estufa e assumam suas responsabilidades com o meio ambiente. O tema será foco da cúpula do clima a ser realizada em dezembro em Copenhague, Dinamarca.
- Vamos parar de falar de forma genérica e vamos saber como cobrar de cada país - afirmou Lula.
Lula defende o papel dos biocombustíveisSegundo a BBC Brasil, na declaração dessa cúpula, Brasil e União Europeia defendem ainda que o acordo de Copenhague inclua metas de redução de emissões também para os países em desenvolvimento e ressaltam que os países mais ricos devem ajudar a financiar as medidas necessárias para atingir esses objetivos. Lula também voltou a defender o papel dos biocombustíveis no combate à mudança climática.
- Eu, se pudesse, levaria um carro a etanol lá para Copenhague e ficaria medindo quanto ele emite - disse, ele, segundo a BBC.
A declaração da cúpula reafirma o compromisso do Brasil e da União Europeia em "promover o uso de fontes de energia alternativas, incluindo a produção e uso de biocombustíveis sustentáveis".
Nós e você. Já são dois gritando
Publicada em 06/10/2009 às 11h23mClique e participehttp://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/10/06/lula-diz-que-brasil-nao-pode-assumir-meta-de-desmatamento-zero-767930175.asp. Acessado em 05/11/2009
ESTOCOLMO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira na Suécia, durante cúpula Brasil-União Europeia, que o Brasil não pode assumir uma meta de desmatamento zero.
- Nem que fosse careca o Brasil pode assumir uma meta de desmatamento zero, porque sempre vai haver alguém que vai cortar alguma coisa (sic). O que o Brasil está fazendo é algo muito revolucionário e muito forte - disse Lula, em resposta a uma reivindicação feita pela ONG Greenpeace, que realizou um protesto em frente ao local da cúpula. ( Ouça o que disse o presidente Lula )
O presidente defendeu os níveis de desmatamento do Brasil, ao afirmar que neste ano o país vai alcançar o menor nível dos últimos 20 anos. O país, segundo Lula, assumiu também um compromisso de, até 2017, reduzir em 70 % o desmate e, até 2020, cortar em 80%. As metas constam do Plano Nacional sobre a Mudança do Clima enviado ao Congresso. Leia também: Início do debate sobre código florestal é adiado de novo.
"Nem que fosse careca o Brasil pode assumir uma meta de desmatamento zero"
- É uma meta que vai precisar do esforço incomensurável da sociedade brasileira - reconheceu.
Ao lado de Lula, o presidente da Comissão Europeia, João Manuel Durão Barroso, defendeu as metas do governo brasileiro.
- Em teoria, pode sempre haver mais ambição, também na Europa podemos sempre ter mais ambição, mas parece-nos que é uma meta ambiciosa - disse Barroso.
Para ele, outros países da área tropical, com grandes zonas de floresta, deveriam fazer esforço comparável ao do Brasil.
- O Brasil adotou um plano muito ambicioso em termos de desmatamento, que pode ser exemplo para outros países do mundo que também têm florestas tropicais - disse Barroso.
Tanto o presidente Lula quanto o presidente da Comissão Europeia se disseram favoráveis a que os países assumam de forma transparente sua participação na redução de emissão de gases causadores do efeito estufa e assumam suas responsabilidades com o meio ambiente. O tema será foco da cúpula do clima a ser realizada em dezembro em Copenhague, Dinamarca.
- Vamos parar de falar de forma genérica e vamos saber como cobrar de cada país - afirmou Lula.
Lula defende o papel dos biocombustíveisSegundo a BBC Brasil, na declaração dessa cúpula, Brasil e União Europeia defendem ainda que o acordo de Copenhague inclua metas de redução de emissões também para os países em desenvolvimento e ressaltam que os países mais ricos devem ajudar a financiar as medidas necessárias para atingir esses objetivos. Lula também voltou a defender o papel dos biocombustíveis no combate à mudança climática.
- Eu, se pudesse, levaria um carro a etanol lá para Copenhague e ficaria medindo quanto ele emite - disse, ele, segundo a BBC.
A declaração da cúpula reafirma o compromisso do Brasil e da União Europeia em "promover o uso de fontes de energia alternativas, incluindo a produção e uso de biocombustíveis sustentáveis".
Nós e você. Já são dois gritando
Publicada em 06/10/2009 às 11h23mClique e participehttp://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/10/06/lula-diz-que-brasil-nao-pode-assumir-meta-de-desmatamento-zero-767930175.asp. Acessado em 05/11/2009
Poluição sonora

Tem coisa pior do que ser acordado no meio da madrugada pelo barulho do trânsito ou por causa da festa de arromba na casa do vizinho? Além de prejudicar o sono, não há dúvidas de que a poluição sonora provoca estresse de quem está exposto a altos decibéis, a qualquer hora do dia. Mas o problema se agrava quando os badalados barzinhos e casas noturnas não recebem o tratamento acústico adequado e desrespeitam a Lei do Silêncio. Além de muito barulho, essa polêmica já rendeu muito assunto para o site do Globo e também em pesquisas de opinão realizadas com os internautas.
Fonte: http://www.doisgritando.com.br/Assunto/23. Acessado em: 11 de nov. de 2009
Fonte: http://www.doisgritando.com.br/Assunto/23. Acessado em: 11 de nov. de 2009
Plástico que não polui

Globo Repórter 25/05/2007
Se o PET já existisse na época do Descobrimento do Brasil, somente agora as garrafas de Cabral estariam desaparecendo. Esse tipo de plástico, que leva até 500 anos para se decompor, é uma das grandes fontes de poluição ainda sem solução.
"O acúmulo dessas garrafas cria uma camada de impermeabilização nos aterros sanitários. Além de demorar para se degradar, o plástico acaba atrasando a degradação dos outros materiais e reduzindo a vida útil dos aterros", diz a estudante de engenharia ambiental Fernanda Stafford.
Vencer 500 anos em 45 dias parecia impossível quando a pesquisa começou no Laboratório de Engenharia Química da PUC de Porto Alegre. Mas, no meio do caminho, o resultado já é um sucesso. O que se faz é uma reciclagem química. O primeiro passo é picotar as garrafas PET. Depois, os caquinhos são misturados com tipos diferentes de poliéster.
"Os poliésteres já são conhecidos, inclusive são muito usados na medicina como implantes. Então, uma pessoa que tem uma fratura, coloca um pino de poliéster, que é o mesmo que a gente usa para fazer a mistura com o PET. Esse polímero é absorvido pelo corpo", conta a coordenadora do projeto, Sandra Einloft.
No reator, calor de 240ºC para deixar a mistura homogênea. "Depois disso, adicionamos o catalisador, esperamos 20 minutos e colocamos nas fôrmas de silicone", explica a estudante de química industrial Deise Cristina da Silva.
O objetivo é descobrir um novo tipo de plástico, 100% biodegradável. Da PUC de Porto Alegre, o PET transformado viaja até a Universidade da Região de Joinville (Univille), em Santa Catarina, onde passa pelo teste mais importante: a terra, que vai mostrar aos pesquisadores quanto tempo esse novo plástico demora para se decompor na natureza.
Durante o teste, o novo plástico é desenterrado regularmente para saber a quantas anda o processo de decomposição. Numa das experiências, demorou sete meses para se encontrar sinais positivos. Mas uma das amostras deu um belo susto nas meninas: em apenas 45 dias.
"A gente percebe que o estágio de degradação está bem avançado. A gente acredita que, em torno de mais uns 15, 20 dias, provavelmente não haveria mais nada na natureza", revela a estudante de engenharia ambiental Delne da Silva.
O PET puro é um plástico de estrutura química fechada muito resistente. Por isso, os microorganismos não conseguem destruí-lo.
"Quando a gente mistura o PET com os co-polímeros biodegradáveis, fica tudo meio bagunçado. Então, os microrganismos acabam comendo tudo", diz Fernanda.
Parece um sonho. E é mesmo! Pelo menos, para essa turma, que trabalha na pesquisa até nos finais de semana, por puro prazer.
"Se você conseguir diminuir o tempo de degradação de uma garrafa PET de 500 para cinco anos, já é um resultado muito interessante", avalia a engenheira química Ana Paula Pezzin.
Para Fernanda, saber que daqui a alguns anos as coisas podem ser diferentes por causa desse trabalho é motivador. "Existem várias atitudes que a gente pode tomar em casa mesmo para minimizar esses impactos, como fechar a torneira, gastar menos água, separar o lixo. Mas tem também grandes atitudes que a gente pode tomar, e de repente, seguir um grande caminho. É gratificante, muito bom mesmo", ressalta.
Se o PET já existisse na época do Descobrimento do Brasil, somente agora as garrafas de Cabral estariam desaparecendo. Esse tipo de plástico, que leva até 500 anos para se decompor, é uma das grandes fontes de poluição ainda sem solução.
"O acúmulo dessas garrafas cria uma camada de impermeabilização nos aterros sanitários. Além de demorar para se degradar, o plástico acaba atrasando a degradação dos outros materiais e reduzindo a vida útil dos aterros", diz a estudante de engenharia ambiental Fernanda Stafford.
Vencer 500 anos em 45 dias parecia impossível quando a pesquisa começou no Laboratório de Engenharia Química da PUC de Porto Alegre. Mas, no meio do caminho, o resultado já é um sucesso. O que se faz é uma reciclagem química. O primeiro passo é picotar as garrafas PET. Depois, os caquinhos são misturados com tipos diferentes de poliéster.
"Os poliésteres já são conhecidos, inclusive são muito usados na medicina como implantes. Então, uma pessoa que tem uma fratura, coloca um pino de poliéster, que é o mesmo que a gente usa para fazer a mistura com o PET. Esse polímero é absorvido pelo corpo", conta a coordenadora do projeto, Sandra Einloft.
No reator, calor de 240ºC para deixar a mistura homogênea. "Depois disso, adicionamos o catalisador, esperamos 20 minutos e colocamos nas fôrmas de silicone", explica a estudante de química industrial Deise Cristina da Silva.
O objetivo é descobrir um novo tipo de plástico, 100% biodegradável. Da PUC de Porto Alegre, o PET transformado viaja até a Universidade da Região de Joinville (Univille), em Santa Catarina, onde passa pelo teste mais importante: a terra, que vai mostrar aos pesquisadores quanto tempo esse novo plástico demora para se decompor na natureza.
Durante o teste, o novo plástico é desenterrado regularmente para saber a quantas anda o processo de decomposição. Numa das experiências, demorou sete meses para se encontrar sinais positivos. Mas uma das amostras deu um belo susto nas meninas: em apenas 45 dias.
"A gente percebe que o estágio de degradação está bem avançado. A gente acredita que, em torno de mais uns 15, 20 dias, provavelmente não haveria mais nada na natureza", revela a estudante de engenharia ambiental Delne da Silva.
O PET puro é um plástico de estrutura química fechada muito resistente. Por isso, os microorganismos não conseguem destruí-lo.
"Quando a gente mistura o PET com os co-polímeros biodegradáveis, fica tudo meio bagunçado. Então, os microrganismos acabam comendo tudo", diz Fernanda.
Parece um sonho. E é mesmo! Pelo menos, para essa turma, que trabalha na pesquisa até nos finais de semana, por puro prazer.
"Se você conseguir diminuir o tempo de degradação de uma garrafa PET de 500 para cinco anos, já é um resultado muito interessante", avalia a engenheira química Ana Paula Pezzin.
Para Fernanda, saber que daqui a alguns anos as coisas podem ser diferentes por causa desse trabalho é motivador. "Existem várias atitudes que a gente pode tomar em casa mesmo para minimizar esses impactos, como fechar a torneira, gastar menos água, separar o lixo. Mas tem também grandes atitudes que a gente pode tomar, e de repente, seguir um grande caminho. É gratificante, muito bom mesmo", ressalta.
MAIS INFORMAÇÕES:- Sandra Mara Einloft – professora da PUC de Porto Alegre (RS)E-mail: einloft@pucrs.br - Ana Paula Pezzin – pesquisadora da Universidade da Região de Joinville (Univille) – Joinville (SC)E-mail: paulapezzin@univille.edu.br
Projeto de mini-usina de reciclagem de óleo de cozinha será implementado pela FMIJ
Por: Liliane Barreto
Óleo de cozinha vai se transformar em saponáceos e biodiesel na sede da FMIJ
Preservar o meio ambiente e gerar renda são os principais objetivos do projeto de uma mini-usina de reciclagem de óleo de cozinha que será implementado pela Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ), no início de 2010. De acordo com o presidente da fundação, Mário Lopes, o projeto já está pronto e terá uma empresa que ficará responsável por instalar o maquinário e recolher a matéria-prima.
Mário Lopes afirma que o óleo será recolhido em escolas e creches, depois de usado, e poderá ser utilizado na fabricação de saponáceos e biodiesel. "É um projeto ecologicamente recomendável e politicamente correto", diz o presidente da fundação, empolgado com o novo projeto que será revertido em geração de renda para os jovens que aderirem a esta nova opção de atividade.
Inicialmente, a mini-usina de reciclagem de óleo de cozinha terá capacidade de processar 300 litros de óleo, por hora. "Através deste projeto, estaremos oferecendo mais uma opção de qualificação para os nossos jovens, que é uma prioridades da prefeita Rosinha Garotinho e, também, oferencendo uma renda extra porque está material irá se transformar em sabão, detergente e, até, em biodiesel".
Atualmente, a fundação possui cerca de 1.600 crianças e jovens entre seis e 18 anos matriculados em aulas de reforço, oficinas e programas. "A missão da fundação é elaborar e executar políticas públicas de atenção à criança e adolescente, especialmente, aquelas que vivem em risco social, oferecendo convívio saudável através de múltiplas atividades nos horários em que não estão na escola, além de assistência psicossocial, alimentação e reforço escolar", finaliza Mário Lopes.
Fonte: http://www.campos.rj.gov.br/noticia.php?id=21607. Atualizado por Natanael Santos em 07/11/2009 - 13:31
Óleo de cozinha vai se transformar em saponáceos e biodiesel na sede da FMIJ
Preservar o meio ambiente e gerar renda são os principais objetivos do projeto de uma mini-usina de reciclagem de óleo de cozinha que será implementado pela Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ), no início de 2010. De acordo com o presidente da fundação, Mário Lopes, o projeto já está pronto e terá uma empresa que ficará responsável por instalar o maquinário e recolher a matéria-prima.
Mário Lopes afirma que o óleo será recolhido em escolas e creches, depois de usado, e poderá ser utilizado na fabricação de saponáceos e biodiesel. "É um projeto ecologicamente recomendável e politicamente correto", diz o presidente da fundação, empolgado com o novo projeto que será revertido em geração de renda para os jovens que aderirem a esta nova opção de atividade.
Inicialmente, a mini-usina de reciclagem de óleo de cozinha terá capacidade de processar 300 litros de óleo, por hora. "Através deste projeto, estaremos oferecendo mais uma opção de qualificação para os nossos jovens, que é uma prioridades da prefeita Rosinha Garotinho e, também, oferencendo uma renda extra porque está material irá se transformar em sabão, detergente e, até, em biodiesel".
Atualmente, a fundação possui cerca de 1.600 crianças e jovens entre seis e 18 anos matriculados em aulas de reforço, oficinas e programas. "A missão da fundação é elaborar e executar políticas públicas de atenção à criança e adolescente, especialmente, aquelas que vivem em risco social, oferecendo convívio saudável através de múltiplas atividades nos horários em que não estão na escola, além de assistência psicossocial, alimentação e reforço escolar", finaliza Mário Lopes.
Fonte: http://www.campos.rj.gov.br/noticia.php?id=21607. Atualizado por Natanael Santos em 07/11/2009 - 13:31
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